A Autoestima
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Publicado: 14/02/2016
A Autoestima

Falaremos sobre um tema particularmente extenso e sobre o qual posso afirmar que reconheço, algumas práticas essenciais para se construir uma base solida e elevada da mesma. Falemos de autoestima. Uma das essências do nosso Ser. A autoestima começa a desenvolver-se desde muito cedo, mas nem todos têm a sorte de ser amados e elogiados desde cedo. Mas na fase adulta, por forma a conseguirmos construir uma elevada autoestima, se não a tivermos, devemos ter consciência de algumas boas práticas.

Inicialmente devemos ter respeito pelos acontecimentos pois participamos intensamente naquilo que fazemos, ou seja, não agir inconscientemente em virtude da nossa “cegueira”. 

Depois, devemos ter a capacidade de admitir, experimentar e assumir a responsabilidade pelos nossos pensamentos, sentimentos e ações, sem fugir, negar ou refutar. A aceitação do “eu” como ele é, evitará que nos comportemos como se estivéssemos a ser julgados e, deste modo, não estaremos com os mecanismos de defesa ativados e conseguiremos ouvir críticas ou ideias diferentes sem nos tornarmos hostis ou competitivos.

Consequentemente, devemos ter sentido de responsabilidade, onde nos tornamos responsáveis pelas nossas escolhas e ações. (Afirmo que cada um de nós é responsável pela própria vida, pelo próprio bem-estar e pela realização das nossas metas)

Devemos também permitir-nos a ser autênticos nas relações interpessoais, respeitarmos os nossos próprios valores e as outras pessoas em diversos contextos e estarmos dispostos a nos defender (a nós e às nossas ideias).

Assim, viveremos objetivamente e isto consiste em estabelecermos os nossos objetivos ou planos de curto e longo prazo e delinearmos as estratégias necessárias para concretizá-los, organizar o comportamento em função desses objetivos, monitorizar as ações para garantir que estamos no caminho certo e prestar atenção ao resultado para saber se precisamos voltar atrás e quando teremos de fazê-lo.

Por fim, mas não menos importante, devemos sempre possuir integridade pessoal. No fundo, devemos viver em congruência e de forma coerente com os nossos conhecimentos, palavras, atos e crenças. Devemos dizer a verdade, honrar os nossos compromissos e servir de exemplo dos valores que declaramos admirar. É tratar os outros de maneira justa e assertiva. Quando traímos os nossos valores, traímos as nossas próprias mentes e a autoestima é inevitavelmente prejudicada. 

A autoestima também se trabalha. O que fazes agora? É uma escolha! Diz-me tu… 

Marisa Romero